Não adianta acreditar no positivismo aqui.
Você já ta no fundo do tunel, já quase não tem mais luz
E, pro seu azar, você não pode fazer feliz a pessoa que você ama.
Ironia do destino?
Destino?
Karma?
Já rezei, coloquei seu nome em orações
Já fiz promessas
Só pra que você me notasse
Você até me notou
Só que não era eu
Não era eu que poderia te fazer feliz
Estranho isso
De você precisar de alguém que precise de você
E de alguém de que cuide de você
E por mais sínico que possa ser
Não são as mesmas pessoas
E eu? Que cuidei de você enquanto você estava destruído
Bebado, chapado, largado, chorando
Ela não sabe de metade do que foi o inferno desse ano
E eu?
Será que você não enxerga?
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
domingo, 8 de novembro de 2015
I don't see myself when I look at the mirror I see who I should be...
Tem um certo ponto da vida, principalmente para os estudantes que estão sobre constante pressão que eles se perdem.
Se perdem de quem eles eram anos atrás, semanas atrás ou horas atrás.
Uma vez eu li em algum lugar: "Você não tem a obrigação de ser a mesma pessoa que era 5 minutos atrás" e as vezes essa frase me conforta um pouco.
Eu costumava ser uma pessoa carinhosa, que amava abraços e ficar perto dos amigos. Gostava daquela rodinha que se reunia no intervalo da faculdade e da escola pra falar sobre as coisas bobas que aconteciam.
Amava demonstração de afeto em público, já disse o quanto eu amava abraços?
E no meio desse tempo, no meio desse caminho, tudo se perdeu...
Hoje, mal suporto o contato físico, "pessoas sebosas" e os abraços, só de alguns amigos.
E me pergunto: onde foi que isso aconteceu? O que aconteceu comigo? Quem sou eu agora?
Porque eu tenho certeza que não sou a mesma pessoa de cinco minutos atrás...
Se perdem de quem eles eram anos atrás, semanas atrás ou horas atrás.
Uma vez eu li em algum lugar: "Você não tem a obrigação de ser a mesma pessoa que era 5 minutos atrás" e as vezes essa frase me conforta um pouco.
Eu costumava ser uma pessoa carinhosa, que amava abraços e ficar perto dos amigos. Gostava daquela rodinha que se reunia no intervalo da faculdade e da escola pra falar sobre as coisas bobas que aconteciam.
Amava demonstração de afeto em público, já disse o quanto eu amava abraços?
E no meio desse tempo, no meio desse caminho, tudo se perdeu...
Hoje, mal suporto o contato físico, "pessoas sebosas" e os abraços, só de alguns amigos.
E me pergunto: onde foi que isso aconteceu? O que aconteceu comigo? Quem sou eu agora?
Porque eu tenho certeza que não sou a mesma pessoa de cinco minutos atrás...
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